Nada de entregar-te ao desalento ou ao remorso.
Da mesma forma como não deves insistir no propósito inferior, não te podes deixar consumir pelo arrependimento.
Este tem somente a função de conscientizar-te do mal feito.
Perdoa-te, encoraja-te e dá início à tarefa de reequilíbrio pessoal, diminuindo e reparando os prejuízos causados.
Joanna de Ângelis (psicografia: Divaldo P. Franco) — Vida Feliz